"Estão chegando os dias", declara o SENHOR, o Soberano, "em que enviarei fome a toda esta terra; não fome de comida nem sede de água, mas fome e sede de ouvir as palavras do SENHOR. Os homens vaguearão de um mar a outro, do Norte ao Oriente, buscando a palavra do SENHOR, mas não a encontrarão. Naquele dia as jovens belas e os rapazes fortes desmaiarão de sede." - Amós 8:11-13
A Palavra do Senhor nos relata acontecimentos traumáticos para os últimos dias, um deles é a fome e sede da palavra de Deus. Será que podemos observar este sinal em nossos dias?
Quando lemos o texto de Amós acima citado a primeira impressão é que a palavra do Senhor estará selada, fechada e que as pessoas procurarão e não encontrarão, mas acho que não será esse o caso. Nunca a Bíblia esteve tão divulgada, igrejas sendo disseminadas, muitas vezes sem critérios ou com critérios que não são os do Senhor e é aí que, na minha opinião, entra o cumprimento desta profecia.
Tenho conversado com algumas pessoas, já senti isso na pele, que procuraram uma palavra de conforto na pessoa de um pastor ou uma autoridade espiritual e não a encontraram, mas ao contrario obtem respostas como: "agora estou um pouco ocupado (a)" é rotina na boca de líderes que deveriam cuidar e apascentar as ovelhas (não estou falando de situações onde as pessoas sem fé e compromisso espiritual lançam suas preocupações e ansiedades para que pastores resolvam e não buscam o nosso Salvador, mas de servos passando fortes provações e precisam de aconselhamento; se não tiverem força para orar e passar a buscar o Senhor com determinação... Para esses é até interessante passar por situações como essa para aprender a confiar no Senhor) o pior é quando um mendigo, a prostituta, o traficante entra em uma igreja todo sujo, fisica e moralmente, e todos viram as costas, principalmente a liderança que só quer cuidar do engravatado e do "endinheirado" e esquecendo que Jesus veio para salvar estes.
O interessante é que quem vai enviar esta fome é o Senhor, ou seja, Ele está permitindo toda esse comercio, toda mentira para, quem sabe, separao joio do trigo.
Infelizmente, a maioria de nossas igrejas está perdendo o foco que é suprir as carências espirituais do povo e a fome se alastra. Abaixo uma Carta de Repudio que acho interessante divulgar.
Carta de Repúdio à igreja Neoevangélica Brasileira
Escrita em 24/04/05 às 2:35 por Rodomar R. Ramlow
Como cristão evangélico no atual contexto brasileiro me envergonha o fato de ser conhecido como ‘missionário’ ou ‘evangélico’ nesse país. Não é difícil ouvir piadas e chacotas do tipo: “Ah, você é missionário! Mais um que se aproveita para tirar o dinheiro dos trouxas!?”; “evangélico, humm... então é mais um que ta ajudando a enriquecer pastor!?” Alguns “crentes” vêem esse tipo de comentário como “perseguição do inimigo”. Mas, com a atual prática daqueles que se dizem evangélicos no Brasil, o ‘inimigo’ não está tendo muito trabalho. Ele deve mesmo é estar se divertindo com tanta bobagem e mediocridade. Uma vergonha para aquela que deveria ser a igreja do Senhor!
O que está acontecendo? Será a grande tolerância religiosa que existe em nosso país que coopera para o surgimento de tanta esculhambação? Se for isso, então oremos ao Senhor por uma perseguiçãozinha! Peneira Senhor!
Reafirmo o meu compromisso e a minha fé no Deus Pai, Criador de todas as coisas, no Filho Jesus Cristo, Senhor e salvador para todos aqueles que crêem e confessam o Seu nome e, no Espírito Santo, consolador, santificador e que convence do pecado. Creio na Bíblia como documento base da revelação da vontade de Deus. Creio na salvação pela fé que é graça, isso mesmo, graça de Deus. Jesus Cristo é o caminho, a verdade e a vida para todos que nele crêem.
Assim, repudio toda e qualquer tagarelice crentesca que em nada lembra o amor e doação de Jesus Cristo em favor de uma humanidade em pecado. Repudio ser confundido com os mercenários da fé que usam técnicas enjoativas de marketing para manipular a ingenuidade e a ignorância de um povo sofrido. Repudio a forma como se manipula a Palavra de Deus para fazê-la dizer aquilo que interessa a mesquinhez dos gananciosos de púlpito. Repudio a teologia da prosperidade que se revela eficaz, sim, mas somente aos seus proclamadores. Repudio a arrogância daqueles que por gritarem mais alto, fazerem mais barulho e possuírem líderes carismáticos do tipo apresentador de programa de auditório se acham mais espirituais do que a igreja da outra esquina. Repudio a prática que faz da igreja um negócio rentável que vê nas outras denominações apenas uma empresa concorrente. Repudio a mistura mística que se introduziu nos cultos e na vida do neoevangélico fazendo-o dependente de objetos, símbolos e amuletos defendidos como bíblicos. Repudio o modismo gospel que vive de shows, camisetas e adesivos, enquanto apresenta uma espiritualidade rasa e sem ética. Repudio a prática de pastores que se dizem mais pertos de Deus e, por isso, mais preparados para conseguir aqueles favores de que o povo precisa. Repudio os que se auto-intitulam apóstolos, bispos e profetas portadores de uma nova revelação divina. Repudio as editoras e gravadoras ditas evangélicas que não possuem mais qualquer critério que não o lucro para publicar seus livros e vender CDs. Repudio a prática que transforma a igreja num mero shopping center de bênçãos a serem colhidas nas prateleiras espirituais. Repudio a ignorância teológica que nega a razão e vive de experiência em experiência...
Haveria ainda muita coisa a repudiar. Mas creio que me fiz entendido. Se for isso que vemos hoje o que chamam evangélico; se é esse o testemunho dado por missionários e pastores brasileiros, então não faço a mínima questão de ser reconhecido como tal. Alguns vão me chamar de radical, outros de preconceituoso ou intolerante. Ora, se as palavras ‘evangélico’, ‘crente’, ‘pastor’ e ‘missionário’, que deveriam sugerir exemplo de integridade e caráter causam vergonha, talvez outras palavras, antes de conotação negativa, possam retratar melhor aquilo que deveríamos nos tornar hoje... Afinal, qual é a alternativa?
A igreja que busca compromisso com o evangelho de Jesus Cristo carece urgentemente de ousadia para algo nada novo: Pregar a Palavra de Deus. E isso sem medo de ouvir o que o próprio Cristo já ouviu após se apresentar como o pão da vida: “Dura é essa palavra. Quem pode suportá-la?” (Jo 6. 60). E se daquela hora em diante muitos dos seus discípulos voltarem atrás e deixarem de segui-lo (Jo 6. 66) querido pastor e missionário, não se preocupe, talvez estivessem interessados somente no pão. Ou, realmente seguiam somente a você e não a pessoa de Cristo que você nunca apresentou antes. Porém, mesmo Cristo foi abandonado e não apelou por isso...
http://www.lideranca.org/cgi-bin/index.cgi?action=forum&board=igreja&op=printpage&num=154
Mesmo sendo cristãos podemos sofrer depressão.É só ler salmos (Davi), Jó, Jeremias entre outros. Mas nosso Pai sabe o que sofremos e nos cuida. Aleluia!!!

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